quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aquilo que eu chamo de amor


Tudo parecia um filme. Eu e ele, logo ali. Aquela química no ar, um ouvindo a respiração do outro. O objetivo? Um só. Aproveitar cada segundo como ninguém. O escuro do começo mal me deixava ver aquele lindo rosto.. Mas só de sentir o calor do corpo já dava pra adivinhar o que iria acontecer. As mãos deslizavam um no outro, e os beijos eram de uma tal intensidade que parecia que o mundo acabaria quando eu saísse por aquela porta. A descontração como tudo acontecia me fez pensar em alguma comédia romântica.. PS. Eu te amo, talvez. E as risadas sinceras saíam espontâneamente. Tudo parecia tão perfeito. Seria real mesmo? Estaria eu sonhando acordada? Me perguntava isso á cada minuto.. Mas á cada respiração, á cada toque, á cada olhar eu confirmava para mim mesma: É real. É sincero. É o mais puro de todos os sentimentos.

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