terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mais uma canção


Eu não nego,
eu me entrego,
você é meu grande amor,
e hoje eu vou te dizer
'eu te amo'!

Eu imploro,
eu te adoro,
você tem meu coração
a bater pra você
mais uma canção!

domingo, 21 de novembro de 2010

Medo


Sou humana e morro de medo de perder. Perder meus amigos, perder meus amores, perder minha família, perder minha cachorra, perder tudo. Perder a chance de falar o que está engasgado na garganta na hora certa, perder aquele show do ano, perder a oportunidade de usar aquele vestido maravilhoso. É, tenho medo de perder mesmo. Mas ao mesmo tempo, tenho uma ficção em arriscar que é quase do mesmo tamanho desse meu medo. E arrisco tudo! Quando acho que tem algo a ser dito, digo. Mesmo que para isso eu tenha que perder algo.
Só acho que, ás vezes, esse medo é amigo demais da insegurança e isso atrapalha profundamente. Se a gente não confiar em si mesmo, quem vai? E é exatamente isso que eu irei fazer daqui pra frente. Prometo que confiarei mais, me entregarei mais, e me arriscarei mais. Se o medo está por vir, vou procurar pensar o menos possível nele. Não preciso disso, né?

Se a gente nunca brincar no balanço por medo de cair, como vamos conhecer a sensação de 'voar' com duas cordas?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Myself.



Penso em milhões de coisas a todo tempo, ouço até a voz da inconsciência e tento acreditar que por trás de tudo isso exista o tal do infinito. Mesmo sabendo que a probabilidade de acha-la é praticamente impossível, vivo em busca da perfeição. Erro inconscientemente a cada segundo. Sou anti-social. Tenho um poder de persuasão absurdo e quando quero, abuso-o. Apesar disso, sou sensível. Tudo depende do modo em que os outros lidam comigo. Como já dizia Clarice, sou como me vêem: posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania... E mesmo apreciando aquela coisa em que quase me faz sentir a brisa do mar acariciar meu rosto, a liberdade, tenho uma necessidade imensa de estar com alguém a todo tempo. Seja para dar a mão, olhar nos olhos ou apenas conversar em silêncio, não importa! Esse é o meu jeito.





Não me compare.. Sou incomum!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Três.


Três.

Três sorrisos,
Três abraços,
Três carinhos.

Três mão dadas,
Três selinhos,
Três brincadeiras.

Três.

Três suspiros,
Três arrepios,
Três mordidinhas.

Três piscadas,
Três beijos,
Três meses.

Eu e você.

Três palavras (...)

Ps. Eu te amo!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ah se eu contasse!

Ah se eu contasse quantas vezes pensei em deixar de acreditar no amor, e colocar fogo em tudo mesmo, ser uma pessoa vazia e amarga... Deixar de acreditar nos meninos por um deslize de um aqui, ou de não confiar mais nas amigas por causa de um desentendimento ali. Se eu fosse tão radical á ponto de querer desistir de tudo o que acredito por causa de detalhes, ah! Já teria desistido de viver. Ás vezes a gente sente raiva, vontade de jogar tudo pro alto, xingar quem aparecer pela frente... Mas aí a gente acorda no outro dia e todas aquelas emoções simplesmente somem! E é aí onde eu quero chegar: Vale a pena se desgastar tanto em uma coisa que vai passar, mais cedo ou mais tarde? Não, a resposta certa é não. De que adianta brigar tanto com um professor se você sabe que verá ele no outro dia e rir do acontecimento passado? Ou então parar de se apaixonar por medo de não ser correspondida só porque um dia esse pesadelo aconteceu?

A vida é muito curta pra gente perder tempo com coisas fúteis. Esqueça o estresse, só viva! :)