terça-feira, 7 de agosto de 2012

Andar com fé, eu vou.

Pela primeira vez optei por mim. Pelo meu direito de viver e ser feliz sozinha. Usar minha liberdade e me vestir como quiser, ficar com quem eu quiser e sair para onde eu quiser. Tudo isso sem a obrigação de dar satisfações e ser julgada pelos pudores da sociedade. Grande, oh tão grande, estupidez da sociedade! Pode parecer estranho mas o que eu mais me deparo é: 'Jura que você quer ficar sozinha? Mas você é tão bonita...'. Como se eu precisasse de um apoio, uma espécie de suporte para ser feliz. Como se precisasse de alguém para isso.
Optei sim, por mim, apenas. Quando o coração dava indícios de ter um novo amor, cortei-o pela raíz. Agora é minha vez. Pode parecer egoísmo ou grosseria, mas se eu te contasse que eu nunca fiz uma escolha dedicada somente e exclusivamente para mim, você acredita? Sempre tive medo dos nãos e tomava cada decisão com base no que as pessoas envolvidas sentiriam... Tolice! Abri mão de mim tantas vezes por ver sorrisos que, mais tarde, nem valera tão a pena. 
De qualquer modo, vou continuar com o lema: "Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar..."

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